Sozinha em um Veleiro, Tamara Sound fala sobre o defio de cruzar o Atlântico : « Quero que a viagem possa servir de inspiração para outras mulheres » | Renata

Após complètear a travessia da Noruega à França sozinha em um pequeno barco, Tamara Klink está de volta ao mar, desta vez, para um novo desafio. Aos 24 ans, un jovem vai cruzar o Oceano Atlântico. A filha do tambem navegador Amir Klink saiu do porto de Lorient, na França, no dia 10 de agosto, atracou em Lisboa por alguns dias – de onde conversou com a charme – e seguiu viagem para o Brasil. A jornada deve durar três meses.

Tamara Klink (Photo : Photo : Arquivo pessoal) — Photo : Glamour

Aucun Veleiro apelidado de Sardaigne, de pouco mais de 8 metros de comprimento, Tamara leva com ela pedaços de algumas lembranças para não se sentir tão só. Aucun teto da embarcação, a fotos da família e de amigos qu’encontrou durante o caminho decoram a memória. « Tiro com câmera instantanea e vou colocando as images para serem como estrelas no céu antes de dormir », diz. Além de livros, que como Tamara mesma gostar de dizer, « permitem mudar a realidade de onde está », ela criou uma playlist. Une liste comprenant Elza Soares, Tim Maia, ou Frances Ben Mazué, entre outros. « Ouço quase em looping », fala.

A comunicação com a ‘terra’ é restrita. O unico meio de ‘falar’ com os familiares e sua equipe é através de SMS de até 160 caractères. « Eles são meus guias. Henrique me ajuda no caso de alguma peça quebrar, é ele quem procura manual e pesquisa alguma solução. Murilo trabalha com metereologia e sugere rotas – mitas vezes não minhaimisa por. [Marina] moi ajuda na ponte com a minha familia. Et tem ainda a Fernanda, que me auxilia a mandar notícias e dizer que estou bem para todos », explicite.

Mesmo sendo orientada por uma equipe de longe, Tamara fez questão de colocar a mão na massa, quer dizer, no motor. A Velejadora aprendeu un filtre de trocart, óleo e realizou até revisão mecânica. « Fiz toda a preparação do barco com minhas próprias mãos e, às vezes, as mãos emprestadas de amigos porque não posso me dar o luxo de ter algum problema em alto mar que eu não saiba resolver. Na Frandoça, por ex peremplo helice enquanto navegava e consegui colocar de volta. Por vídeo, fui orientada pelo mecânico », revela.

Tamara Klink (Photo : Photo : Arquivo pessoal) — Photo : Glamour

Quem vê tanta desenvoltura e preparação, acha até qu’un palavra ‘medo’ não entra no dicionário. que rien ! Segundo ela, o sentimento é essencial para a Velejadora continuar viva. « A gente nunca vai parar de ter medo. Tenho tanto medo quanto tive na última viagem – quando eu conhecia menos o barco, o mar ea mim mesma. Esses medos mudam, amadurecem… Tenho consciência de quais são meus, quais s e quais são exageros. Tento orquestrar esses sentimentos para saber reagir melhor diante de perigo ou estresse. »

Inspirada por Velejadoras como Izabel Pimental, as bicampeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze, entre outras, Tamara tambem quer incentivar outras mulheres a « tomarem o leme de suas vidas ». « E muito importante estar num meio onde somos encorajadas para compensater o fato de que no mundo real somos ultradesencorajadas a superar nossos limites, a ir além do nosso próprio medo, das barreiras que nos impõe, creitas quemos servzes. nos proteger, nos esconder, que não podemos ser o que pensamos, no que acreditamos… É important nos sentirmos abraçadas », afirma. A seguir, lições de alto mar com Tamara Klink :

« E muito important que essa viagem não sirva só pra mim, que não usufrua dela em solitário. Quero que ela possa servir de inspiração para outras mulheres. Que elas possam fazer sua própria travessia, souseja terra, souseja por terra Quero dividir todas as verdades possíveis que acontecem comigo e com o barco. Posso estar sem companhia no barco, mas não estou sozinha no projeto. Por isso criei o’Longe Juntas‘ [série que compartilha em seu Instagram]. Recebo todos os dias Dezenas de mensagens que acabam reforcando essa ideia. Mulheres são inspiradas a tomar o leme de suas vidas. »

« Eu encaro esse novo desafio como uma continuação do anterior, a viagem que fiz com a sardine no ano passado foi important para eu me preparar pra essa. Por ser um trajeto longo e por estar bem afastada da costa, eu trabalhei muito but na parte de segurança do barco. Fui mais exigeante, méticuleuse et détaillée. Fiz toda a preparação do barco com minhas próprias mãos e às vezes as mãos emprestadas de amigos porque não posso me dar o luxo de ter algum problema no barco que eu não saiba resolver. Fiz revisão no motor, troquei filtros, óleo… Na França, par exemple, acabei perdendo a helelice enquanto navegava e consegui colocar de volta. Par vidéo, fui orientada pelo mecanico. »

« A gente nunca vai parar de ter medo. Tenho tanto medo quanto tive na última viagem, quando eu conhecia menos o barco, o mar ea mim mesmo. Esses medos mudam, amadurecem… Tento orquestrar os sentimentos para saber reagir melhor diante de perigo ou estresse. O medo é uma ferramenta essencial para que eu continue viva. Sabemos que as forças do oceano semper serão infinitamente maiores que as minhas, as nossas, então, o medo é um sensor important. Eu só vegansigo iso maisso um aprendizado em curso e vai durar a vida inteira. Calibrar nosso sensor para que ele apite em situações de verdadeiro perigo. »

Tamara Klink em seu barco (Photo: Photo: Arquivo pessoal) — Photo: Glamour

« Uma parte da preparação da viagem envolve profissionais médicos, especialmente na parte emocional. Tenho atendimentos semanais com meu psicólogo Leo Griffo. situação de perigo, medo ou affiação. Saber reagir com a emoção é bem útil, mas também pode ser arriscado. de meditação e leio livros que as vezes me permitem mudar a realidade de onde estou. »

« Eu me inspiro em várias navegadoras que vieram antes de mim. No Brasil, temos a Izabel Pimental, as bicampeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze e tantas outras… É muito importante estar num meio onde somos encorajadas opra no mundo real somos ultradesencorajadas a superar nossos limites, a ir além do nosso próprio medo, das barreiras que nos impõe. acreditamos… É important nos sentirmos abraçadas. Eu acredito muito no poder dos sonhos, do desejo e tenho muito claro em mim que eu so pude sonhar e navegar um dia porque cresci próxima de pessoas que me mostraram que isso exist

« Por incrível que pareça, o maior perrengue que enfrentei até agora na viagem foi logo antes de entrar no Rio Tejo, no finzinho… Estava com vento a favor, tinha acabado de passar por um momento tenso, com ondas grandes e fortes e quando comecei a ver o porto, baixei a guarda, achei que já estivesse chegado ~ fiz até vídeo.Mas logo depois veio o susto.Uma aceleração de vento muito forte e eu estava perto das pedras… O barcocom ficou descontrol! o mar acaba semper trazendo nossos pés para o chão, quando a gente acha que está no control, ele traz a gente pra esse lugar de humildade. Foi momento bem importante pra lembrar que não estou livre dos e impreviss. »

Tamara escuta a previsão do tempo dentro do barco (Photo : Reprodução/Internet) — Photo : Glamour

« Foi uma escolha minha não ter comunicação de voz ou poder enviar mensagens mais longas. Queria ter uma comunicação limitada mesmo, justamente para poder me concenrar ao máximo no barco, na travessia, na navega ‘ eortuno que’ na op sa , ainda mais minha geração que já tive a oportunidade de ter celular cedo e fica online 24 horas por dia, 7 dias na semana. É bacana lembrar que ainda é possivel viver dessa maneira e sair desse automatismo. »

« Do ano passado pra esse senti uma grande transformação em mim. Estou cada vez mais segura e do que posso fazer. Eu me sinto menos ingênua de quando parti sem saber como seria, como iria realizar, quais seriamiosos… Ageras des grandes , já conheço alguns e vejo também qu’a relação da minha família comigo mudou.Meus pais confiam muito mais em mim, acreditam mais nas minhas decisões, foi important ter essa independência, sobre o que devo euzer me nao. Muito mais segura pra tomar decisões que vão contra o que eles acreditam, o que eles acham certo ou o mais seguro. colocando numa situação arriscada de perigo – com ondas grandes e ventos –, mas pra mim era importante ter tomado essa decisão e assumir a responsabilidade de ter Feito ela. qu e eu ainda tenho muito pra aprender. »

Louvel Lucas

"Praticien de la bière primé. Étudiant sympathique. Communicateur passionné. Fanatique de l'alcool."

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